segunda-feira, 9 de agosto de 2010


"Penso em ti como um desejo interrompido
que se teceu na minha memória.
E sonho-te mais do que te recordo.
Seleciono. Invento-te um nome, um rosto.
Reconstruo. Reconstruo-te.
Peça a peça.
Minuciosamente – real ou irreal,
- Assim te lembro."

Amélia Pais

domingo, 8 de agosto de 2010

O passado e as lembranças



Nossa trajetória de vida é um grande arquivo. O passado pode ser uma excelente fonte de pesquisa e referência. O perigo é viver desse passado. Cada vez que recorremos a essa prática, deixamos de abrir novas oportunidades no cotidiano, imaginando que nos bons tempos é que estavam as esperanças e as realizações. Não corra esse risco. Pode ter certeza de que não vale a pena. Quando isso acontecer, pare e pense – é melhor trabalhar e sonhar no presente, pois assim será forjado o futuro. O que passou deve servir apenas para as inevitáveis comparações e não como meio de lamentações ou saudosismo despropositado. Nossa meta é sempre seguir em frente, sem medo. As lembranças devem ficar em seu devido lugar.

terça-feira, 3 de agosto de 2010


"Eu estava a ponto de sentar numa daquelas calçadas tortas,(...)
enterrar a cabeça nas mãos e chorar e chorar pelo tempo perdido,
pela falta de sentido, pela minha derrota." caio fernando abreu

domingo, 1 de agosto de 2010




"Ficou na memória dos meus olhos o clarão do sorriso dos seus. Depois disso, tudo o que sorri pra mim com algum sol faz eu lembrar de você." ana jácomo

sexta-feira, 30 de julho de 2010

ai essas mãos...




"e o pior é que a gente sempre que se esbarra senti e lembra do que aconteceu."

segunda-feira, 26 de julho de 2010

It's hard to force that smile when I see our old friends.


I can take the rain on the roof of this empty house, that don't bother me
I can take a few tears now and then and just let them out
I'm not afraid to cry
Every once in a while even though goin on with you gone still upsets me
There are days
Every now and again I pretend I'm okay but that's not what gets me

What hurts the most, was being so close
And having so much to say
And watchin you walk away
Never knowing, what could have been
And not seein that lovin you
Is what I was tryin to do

It's hard to deal with the pain of losing you everywhere I go
But I'm doin it
It's hard to force that smile when I see our old friends and I'm alone
Still harder gettin up, gettin dressed, livin with this regret

But I know if I could do it over
I would trade, give away all the words that I saved in my heart that i left unspoken

What hurts the most, is being so close
And having so much to say
And watchin you walk away
Never knowing, what could have been
And not seein that lovin you
Is what I was tryin to do

What hurts the most, was being so close
And having so much to say
And watchin you walk away
And never knowing, what could have been
And not seein that lovin you
Is what I was tryin to do

Not seein that lovin you
that's what I was tryin to do…

Rascall Flatts - What Hurts The Most

Por um tempo





"Quem quiser olhar pra mim vai ter que se conformar com (...) minha desatenção e minha falta de correspondência. Ando abatida e pensando demais."


Verônica H.

domingo, 11 de julho de 2010




ODEIO pessoas egoístas, mas sou rodeada por várias. Às vezes sou uma delas.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

quando vai passar?


ARREPENDIMENTO, senti agora. Agorinha, dois segundos atrás. Queria ter mudado o meu destino naquele dia e ir ao teu encontro e contar, CONTAR exatamente tudo. Me faltou coragem, atitude e vergonha na cara. Claro, que toda essa coragem viria depois de algumas doses de alguma coisa que me deixe em outro mundo e não o da minha cabeça que diria: "amanhã vais estar arrependida e querendo morrer", até propanona seria melhor do essa frase gritando desesperadamente para mim parar. Com certeza eu iria falar, falar, falar e ouvir: acho que bebesse demais! Não me importo, eu falei, tirei isso só de mim e coloquei nos teus ouvidos -ou pensamento,por sorte- mas eu não falei. Me sinto confortável, mas arrependida poderia ter mudado tudo isso e ainda vou.


renata m. borges

quinta-feira, 10 de junho de 2010

incoveniente


E quando tudo que você precisava não satisfaz na forma em que você queria? E se der vontade de desistir de tudo e fazer o que parece ser mais conveniente? Pare. Imagine você daqui a cinco anos sem estar seguindo o -até então- incoveniente e fazendo o que parece certo. Vai dar de sorrir com sinceridade? Vai dar de sair de casa com a mesma vontade? Provavelmente não! No meu caso não, e isso é a resposta para quem não quer fazer o sonhado com determinação mas sim o mais prático escolhido pela maioria esmagadora que tem preguiça de lutar pelo seu e quer que o outro perca a vontade de buscar o seu sorriso daqui a meia década. Pare, pense e COM CERTEZA você vai querer o incoveniente.

renata m. borges ( durante uma aula CHATA³ de física I )